Monday, September 22, 2008
Os prédios da cidade
e o seu azul
despenham-se
do infinito pelas
esquinas verticais
do firmamento.
Os transeuntes travam
guerras citadinas
com as sombras de uma ideia
que os conduz aos limites
dos seus egos solitários.
A ideia de infinito,
quase sempre esquecida.
Construímos janelas para o céu
e vivemos às escuras.