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Tuesday, November 11, 2008
Aspirava ser mármore perante a vida mas muitas vezes era magma e na sua essência e vocação ardia sabendo que podia ser árvore livro ave
queimando sem tocar o frio do que não sabia – lábios decidindo-se perante a palavra.
Posted at 02:17 pm by sete-sois
 |  |  | soledade December 9, 2008 09:06 PM PST
O comentário anterior é meu, a gata é que se apropriou dele :-O |  |
  |  |  | jade December 9, 2008 09:04 PM PST
Pensei que estavas parado. na poesia como no blogue. Não estás! E continuas a crescer. constato-o com muita alegria. E humildade.
Um beijo :)
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  |  |  | sete-sóis November 18, 2008 10:54 PM PST
Ou nós regressamos a ele ou ele vem a nós num fluxo sobre o qual temos algum controlo e diferentes perspectivas, como seres múltiplos que somos. O passado, por vezes mais presente que o presente.
Agradeço o facto de continuarem a acompanhar a minha poesia com olhos atentos. Groze, conheço-te como sabendo, talvez como eu, falar um pouco sobre tudo, ainda que nem sempre com as palavras dos outros ou referindo-as como sendo deles. Mas com as tuas tão prezadas palavras. Astrophil, trazes novas camadas às coisas, e abres-lhes janelas, como é teu hábito, e isso muito me apraz também.
E é óptimo sentir que apreciam e vos fazes sentir, o que vou escrevendo para mim, e para vós, que me lêem. |  |
  |  |  | groze November 15, 2008 06:54 PM PST
Tens escrito ultimamente coisas muito importantes. Que eu não li em voz alta, como o Paulo, e não tenho também, como ele, as palavras certas exactamente para o que tens vindo a fazer. Mas leio estas coisas e são brilhantes de uma data de propósitos que pelo menos confundo com poesia.
Não sei falar do ser temporal do Husserl nem dos ímpetos humanos, ou tampouco do demónio de Nietzsche. Mas orgulho-me tanto da tua poesia porque a sinto mais ou menos como se fosse minha. E peço perdão ao menos pelo lugar-comum. |  |
  |  |  | Astrophil November 11, 2008 10:56 PM PST
Todos estes teus últimos poemas me "tocaram" de alguma forma, sobretudo este último (lido em voz alta é um prazer para os sentidos) e o "Eterno Retorno sem filosofia", cujo título adoro e que, não obstante, me parece bastante filosófico. É inevitável não pensar automaticamente nesse "demónio" de Nietzsche, no "ser temporal" de Husserl, e nesse ímpeto humano que nos faz ser "incessantemente levados de volta ao passado". |  |
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